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Saturday, July 12, 2008

Lembrem-se, meus KEPs

Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.

Ricardo Reis

[eu sei que é cliché, mas paciência, um dia não são dias]

Friday, July 11, 2008

Have we gone full circle?

Será que é este o tão temido fim? As neuras calaram-se face a um terror maior. Sinto que vivo em suspenso. É uma idiotice da minha parte, uma lição que há muito que devia ter sido aprendida, mas a vida é assim. Continuo a não saber amar às metades. Sem me dar conta cortei os laços com o mundo e vivi para isto. E agora vivo numa ânsia mal respirada. Queria desligar, não pensar, não sofrer por antecipação, mas por muito que tente cenários de A a Z invadem-me os pensamentos e o sono. Sinto-me uma criança capaz de dar tudo o que tem por mais uma volta no carrossel.

Life happens...

... quando estamos pacatamente na conversa com os amigos acerca do sarau, prontos para ir cada um para sua casa, quando de repente se partilha um fogo de artifício.

Thursday, July 10, 2008

Knock knock

Old ghosts came to visit...

Tuesday, July 08, 2008

Blog interactivo



Pergunta: o que é que vocês vêem aqui?

Elevator going up

Dia de sentir diferente. Lavar a cara, colocar um sorriso e esquecer o resto. Trancar as dúvidas e os problemas (algo hipotéticos e maiores que eu) na gaveta e seguir em frente. Hoje é dia de ser feliz.

Monday, July 07, 2008

Elevator going down

Maybe we like the pain. Maybe we're wired that way. Because without it, I don't know; maybe we just wouldn't feel real. What's that saying? Why do I keep hitting myself with a hammer? Because it feels so good when I stop.
Grey's Anatomy, Season 1

Thursday, July 03, 2008

Under the sea*

Decidi dar uma de Jacques Cousteau e cartografar o fundo do meu oceano. A parte profunda onde a luz raramente chega e onde não se encontram caranguejos a cantar ou peixes-balão a tocar saxofone. Porque cartografar é conhecer, é desbravar, é compreender. Inspiro bem fundo e mergulho. Mesmo após tantas investidas há sempre algo novo a descobrir. Sentimentos que se transformam num emaralhado de algas onde facilmente prenderia um pé. Um cardume que se multiplicou mais do que o esperado ou que (vá-se lá saber porquê) alterou o seu padrão de comportamento. É importante perceber o funcionamento de todo este universo subaquático. O mais pequeno pedaço de plâncton pode ser o suficiente para mudar tudo. Nunca se sabe o que se pode esconder nas nossas profundezas enquanto chapinhamos à tona.

*Little Mermaid Soundtrack

Exemplo de vida nº 1


Quando crescer também quero ser assim, como ela. Pelas histórias que se descobrem, pelos traços de personalidade que se vão conhecendo. Aos poucos vou reconstruindo histórias antigas e vou-me apaixonando pelo nosso passado, pelas suas experiências e pela forma magnífica com que encara tempestades e bonanças. Há pessoas que nâo merecem ser uma personagem esquecida numa foto amarelada. Há pessoas que queremos que o mundo não esqueça que existiram. Que existem, fortes e inabaláveis como Adamastores benignos, vivas e pulsantes como se usassem o coração sempre como se fosse a primeira vez, mesmo após mais de oitenta anos. Mais marcantes que qualquer personagem ou herói fictício. Gravadas na nossa memória e no nosso sangue...

Wednesday, July 02, 2008

Heart(less)

A mesma situação. Na mesma noite e hora. Engraçado como as coisas funcionam; como os resultados podem ser tão diferentes. Numa sala uma turma, num corredor um grupo. De um lado guerrilhas e discussões, do outro um espírito de grupo que nos une a todos. São estes pequenos quadros que me fazem relembrar da preciosidade do que temos em mãos. Já passámos a linha dos conhecidos há quase um ano (como o tempo passa!) e essas pequenhices que criam linhas de combate já nem sequer fazem sentido. Parece tudo tão fácil e natural que nem o cérebro pensa, nem o coração se detém.