i think this is the beginning of a beautiful thing
Friday, March 05, 2010
Thursday, March 04, 2010
Wednesday, March 03, 2010
Da incredulidade
Sim, gostei do livro. E as notas do teu pai ajudaram imenso.
Quando ela me disse aquilo fiquei tão embasbacada que nem sabia que pergunta formular primeiro. A notas do meu pai ajudaram???? Espera lá, então tu conseguiste decifrar a letra do meu pai????
Quando ela me disse aquilo fiquei tão embasbacada que nem sabia que pergunta formular primeiro. A notas do meu pai ajudaram???? Espera lá, então tu conseguiste decifrar a letra do meu pai????
Tuesday, March 02, 2010
Viagem de finalistas
(para variar dos posts deprimentes...)
As minhas primas mais novas voltaram da viagem de finalistas a semana passada. Destino: Praga. (Zuza, vai na volta e se calhar temos mais em comum que o mundo da blogosfera...).
Isto faz-me pensar na minha própria viagem de finalistas. Parece que foi à uma eternidade. A altura: Junho de 2003. O destino: Barcelona. Isto foi antes das máquinas digitais estarem na moda e portanto eu tenho como recordação umas poucas dezenas de fotos... muitas desfocadas ou com dedos à mistura. É pena!
Mas estou a adiantar-me! Nessa altura - há muito, muito tempo atrás... quase uma década... isto está a ficar deprimente... - eu nem sequer considerava ir à viagem de finalistas. Não era uma pessoa muito social, não me dava com pessoas, e a perspectiva de passar uma semana num país estrangeiro com os meus colegas do décimo primeiro (sim, no colégio onde eu andei a viagem de finalistas era feita no décimo primeiro, para não haver distracções dos exames no décimo segundo) não era de todo atractiva. Para ajudar à festa, a minha turma, que não concordava com o destino escolhido e queria à viva força ir mas é para Roma, decidiu boicotar a coisa! Bateram o pé, fizeram beicinho e decretaram que a turma inteira ficaria em terra.
Foi em então que resolvi dar o grito do Ipiranga! Elas que façam a birra toda que quiserem, eu vou e acabou-se! Que se lixem os medos, quero lá saber se não conheço muito bem as pessoas que vão! Eu lá me hei-de arranjar! Não vou prescindir disto, é uma experiência importante, é um marco na minha juventude!, pensei eu. E fui. Coladinha à minha melhor amiga, que por sorte conseguiu juntar-se a mim.
Senti-me muitas vezes deslocada e invisível. Muitas vezes falavam como se eu nem estivesse presente. Tanto se lhes fazia se eu estava ali ou não. Mas nunca me fui abaixo. Continuei-me a colar a eles e juntamente com a A. nunca estive verdadeiramente sozinha. Apesar dos pesares consegui divertir-me à minha maneira (quer isto dizer sem nunca ter apanhado um pifo!).
Já não me lembro exactamente de por onde andei. Tenho imagens dispersas na minha cabeça. Lembro-me de me apaixonar pela arquitectura e pelo ambiente da cidade. Estava um calor que não se podia, o ar no metro era irrespirável (dióxido de carbono e nada mais). Lembro-me da Sagrada Família, do Museu Picasso, do barrio gótico, do Museu Mirò, da Casa Milà, do Aquário de Barcelona... Lembro-me do meu primeiro Starbucks. Do meu primeiro Hard Rock Cafe. Isto tudo antes destas coisas virem para Portugal (estou a sentir-me velha...).
Um dos últimos dias foi a mãe de todas as desforras. Destino: Port Aventura. Foi, como se costuma dizer, a pura da loucura! Montanhas-russas e todo o tipo de divertimento a que tínhamos direito. A Dragon Khan ainda me deixa a suspirar, mesmo após tantos anos. Imaginem o que é um bichinho com oito loops diferentes e com uma queda ao início de cinquenta metros a pique. É de deixar uma pessoa afónica! (Eu sou uma gritadeira nessas coisas... histérica que nem uma loira platinada ou uma bicha francesa face a uma barata adulta!... Se podia evitar aquele histerismo todo? Poder até podia, mas não era a mesma coisa; faz parte da experiência!). De todas as vezes que saia de lá ia direitinha contra uma parede. E assim se passou o dia: com muitas molhas, gritos, risos, correrias de mapa na mão a correr aquilo tudo e a repetir o máximo que podíamos. Foi dos melhores dias da minha vida! Aliás, é o que eu digo sempre que vou a um parque temático (não que aconteça assim tantas vezes... só três...).
Cheguei a Lisboa um pouco mais enturmada, mais cosmopolita e orgulhosa em mim mesma por ter tido a coragem de ir. Nunca me arrependi e ainda sonho com dia em que possa voltar a pisar e a redescobrir Barcelona.
As minhas primas mais novas voltaram da viagem de finalistas a semana passada. Destino: Praga. (Zuza, vai na volta e se calhar temos mais em comum que o mundo da blogosfera...).
Isto faz-me pensar na minha própria viagem de finalistas. Parece que foi à uma eternidade. A altura: Junho de 2003. O destino: Barcelona. Isto foi antes das máquinas digitais estarem na moda e portanto eu tenho como recordação umas poucas dezenas de fotos... muitas desfocadas ou com dedos à mistura. É pena!
Mas estou a adiantar-me! Nessa altura - há muito, muito tempo atrás... quase uma década... isto está a ficar deprimente... - eu nem sequer considerava ir à viagem de finalistas. Não era uma pessoa muito social, não me dava com pessoas, e a perspectiva de passar uma semana num país estrangeiro com os meus colegas do décimo primeiro (sim, no colégio onde eu andei a viagem de finalistas era feita no décimo primeiro, para não haver distracções dos exames no décimo segundo) não era de todo atractiva. Para ajudar à festa, a minha turma, que não concordava com o destino escolhido e queria à viva força ir mas é para Roma, decidiu boicotar a coisa! Bateram o pé, fizeram beicinho e decretaram que a turma inteira ficaria em terra.
Foi em então que resolvi dar o grito do Ipiranga! Elas que façam a birra toda que quiserem, eu vou e acabou-se! Que se lixem os medos, quero lá saber se não conheço muito bem as pessoas que vão! Eu lá me hei-de arranjar! Não vou prescindir disto, é uma experiência importante, é um marco na minha juventude!, pensei eu. E fui. Coladinha à minha melhor amiga, que por sorte conseguiu juntar-se a mim.
Senti-me muitas vezes deslocada e invisível. Muitas vezes falavam como se eu nem estivesse presente. Tanto se lhes fazia se eu estava ali ou não. Mas nunca me fui abaixo. Continuei-me a colar a eles e juntamente com a A. nunca estive verdadeiramente sozinha. Apesar dos pesares consegui divertir-me à minha maneira (quer isto dizer sem nunca ter apanhado um pifo!).
Já não me lembro exactamente de por onde andei. Tenho imagens dispersas na minha cabeça. Lembro-me de me apaixonar pela arquitectura e pelo ambiente da cidade. Estava um calor que não se podia, o ar no metro era irrespirável (dióxido de carbono e nada mais). Lembro-me da Sagrada Família, do Museu Picasso, do barrio gótico, do Museu Mirò, da Casa Milà, do Aquário de Barcelona... Lembro-me do meu primeiro Starbucks. Do meu primeiro Hard Rock Cafe. Isto tudo antes destas coisas virem para Portugal (estou a sentir-me velha...).
Um dos últimos dias foi a mãe de todas as desforras. Destino: Port Aventura. Foi, como se costuma dizer, a pura da loucura! Montanhas-russas e todo o tipo de divertimento a que tínhamos direito. A Dragon Khan ainda me deixa a suspirar, mesmo após tantos anos. Imaginem o que é um bichinho com oito loops diferentes e com uma queda ao início de cinquenta metros a pique. É de deixar uma pessoa afónica! (Eu sou uma gritadeira nessas coisas... histérica que nem uma loira platinada ou uma bicha francesa face a uma barata adulta!... Se podia evitar aquele histerismo todo? Poder até podia, mas não era a mesma coisa; faz parte da experiência!). De todas as vezes que saia de lá ia direitinha contra uma parede. E assim se passou o dia: com muitas molhas, gritos, risos, correrias de mapa na mão a correr aquilo tudo e a repetir o máximo que podíamos. Foi dos melhores dias da minha vida! Aliás, é o que eu digo sempre que vou a um parque temático (não que aconteça assim tantas vezes... só três...).
Cheguei a Lisboa um pouco mais enturmada, mais cosmopolita e orgulhosa em mim mesma por ter tido a coragem de ir. Nunca me arrependi e ainda sonho com dia em que possa voltar a pisar e a redescobrir Barcelona.
Counting blessings
In the meantime, I'm trying to look on the bright side in order to keep the gloominess at bay. So here is my blessing list:
- I have friends who constantly ask me how I'm doing
- There's loads of lovely birthday presents that tell me my people get me after all
- As Gene Kelly puts it, I got music... and rain!
- I have online connection and musical radios that are my spoonful of sugar (to help the nasty medicine go down)
- UCI offered me a free ticket for my birthday and that was so sweet and heart-warming :)
- It's Oscar week and I consider myself well-informed (watched 18 out of 34 nominated movies)
- New friends to be made next Saturday
- Top hats! And whores!
- There's tea, cappuccino and many cheerful mugs to help move the job along
- I have a full week to get back on track, so lets keep positive!
There! I feel better already.
Elinor mode and the reinvention of self
I've been on Elinor mode for almost four weeks now. (For those of you who don't quite understand what I'm talking about, just click here. Or suffice it to say it's a Jane Austen thing). It's insane! I've never managed to keep it up for more than 48 hours. And even then it was exausting. Keeping me under a tight leash is a tough job!
Sadly it's wearing out. And so comes a time when I have to reinvent myself again. I desperately need a new balance. I need to find time to do other things. To read, even if it's just ten pages a day. To take my great-aunt out for lunch on Thursdays. I can't manage pulling this rhythm up and then handling a blow like last Saturday's. I was crushed, depressed and crying my eyes out. Didn't sleep at all that night. I have to have people in my life. Friends, family and my own time out. Just work and musicals isn't gonna do it for me anymore. So I'll suck it up until my presentation on Roger T. Bell and then I'll click on my own F5 key and refresh myself.
Sadly it's wearing out. And so comes a time when I have to reinvent myself again. I desperately need a new balance. I need to find time to do other things. To read, even if it's just ten pages a day. To take my great-aunt out for lunch on Thursdays. I can't manage pulling this rhythm up and then handling a blow like last Saturday's. I was crushed, depressed and crying my eyes out. Didn't sleep at all that night. I have to have people in my life. Friends, family and my own time out. Just work and musicals isn't gonna do it for me anymore. So I'll suck it up until my presentation on Roger T. Bell and then I'll click on my own F5 key and refresh myself.
Monday, March 01, 2010
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